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Eleições 2016

Eleição: partidos decadentes contra partidos em ascensão

*Fonte Jornal Hora do Povo

PT, PMDB, PSDB e Dem tentam estabelecer casuísmos para conter crescimento do PHS, PPL, PSOL e outros partidos, de preferência eliminá-los. Chamam isso de “reforma política”. Se houver só eles, será mais fácil roubar e amealhar propinas

Aqui, nesta página, estão os resultados da última eleição para vereadores, ocorrida no último dia dois, para cada partido existente no país. Já publicáramos, em nossa edição de 5-6 de outubro, os resultados para prefeito.

Não há, para quem assiste TV, ouve rádio ou lê esses jornais e revistas que alguns ainda chamam de “grande imprensa” (cada vez menor, por sinal), conversa mais repetida nos últimos meses que a história de que o Brasil tem partidos demais, que é preciso uma “cláusula de barreira” que elimine a maioria dos partidos que hoje existem, porque assim não é possível governar nem ter eleições “racionais”, etc., etc.

Algo estranho, esdrúxulo e excêntrico, talvez esotérico: o país sofre com uma política econômica perversa desde o governo Dilma; há 12 milhões de desempregados (provavelmente mais, pois a tendência das atuais estatísticas é mascarar parte do desemprego); as empresas nacionais estão falindo ou fechando na ordem de dezenas de milhares; o Tesouro é sangrado por juros inteiramente loucos; só os bancos e alguns outros rentistas conseguem amealhar dinheiro; a indústria está acabando; mas, dizem esses gênios, o problema do Brasil é o número de partidos.

Países menores do que o Brasil têm uma florescência partidária - a França, com 35 partidos; a Inglaterra, com 20 partidos; a Itália, com 44 partidos; a Alemanha, com 17 partidos; e estamos contando apenas os partidos nacionais – sem que ninguém tenha por lá descoberto que isso atrapalha a nação.

Nós mesmos, no Brasil, tínhamos, antes de 1964, 22 partidos legalizados - e só a ditadura é que se incomodou com isso.

O interessante é que os principais paladinos dessa campanha contra a liberdade partidária no Brasil, são o PT, o PMDB e o PSDB – com a mídia e sua banda de barulhos.

O que há de interessante é que esses partidos são aqueles que ficaram indelevelmente marcados pelo roubo do dinheiro e da propriedade pública; são aqueles que infelicitaram e infelicitam o país com sua política antinacional, antipopular, antidemocrática.

São aqueles, enfim, que estão em plena decadência, como a tabela desta página demonstra. Ao que parece, a teoria (?) é a de que se houver apenas dois ou três partidos, quatro, talvez, será mais fácil aos monopólios financeiros, sobretudo aos externos (mas também às Odebrechts da vida), subornar para impor políticas contra o país, contra o povo, e, mais ainda do que hoje, arrancar o couro dos brasileiros.

A Lava Jato é a prova do que acabamos de afirmar. A outra é o fato do sr. Renan e do PT estarem tão empenhados nessa suposta “reforma partidária”, cujo objetivo é atacar a democracia, que já está bastante prejudicada com os ataques à Constituição de 88 acontecidos após 1990. Querem que o país seja menos democrático para (e por) submetê-lo aos seus corruptos desígnios.

Agora, vejamos a tabela desta página. As eleições para vereador são o principal indicador das tendências políticas – e, inclusive, das deformações impostas ao resultado pelos casuísmos da “reforma” eleitoral empreendida pela aliança Cunha/PMDB-PT-PSDB, assim como de algumas anteriores, que agora querem piorar, com a exclusão de partidos.

A reforma de Cunha/PT diminuiu o tempo de TV dos partidos menores e estabeleceu uma série de odiosas restrições à campanha eleitoral, cujo único objetivo é beneficiar os partidos e candidatos que têm mais dinheiro. São restrições que nem a ditadura estabeleceu.

Ao examinar os dados publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nosso principal problema foi pensar a forma de expô-los que mais refletisse a realidade, portanto, a verdade. Listas, frequentemente, são confeccionadas para esconder a realidade (ou a verdade), ao invés de revelá-la. Ao fim e ao cabo, um dos dados acabou por se impor e determinar a ordem em que apresentamos esses resultados: o total de votos válidos.

Em quatro anos, o total de votos válidos – a soma dos votos no partido (voto na legenda) com a soma dos votos em candidatos a vereador (votos nominais) - diminuiu, ao invés de aumentar.

Resumidamente, na eleição de 2012, houve 105 milhões, 932 mil e 358 votos válidos, ou seja, eleitores que sufragaram um candidato ou um partido. Na eleição de 2016, esse número reduziu-se a 105 milhões, 914 mil e 549 votos válidos, ou seja, houve uma redução de 17 mil e 809 votos. Alguns leitores poderão pensar que foi pouca coisa – ainda que em quatro anos. Mas não é verdade, pois o eleitorado (o conjunto de pessoas aptas a votar) aumentou de 138 milhões, 544 mil e 348 eleitores (2012) para 144 milhões, 88 mil e 912 eleitores (2016). Ou seja, enquanto o número de eleitores aumentou em mais 5.544.564 (cinco milhões, 544 mil e 564 eleitores), aqueles que votaram – em um candidato ou em um partido – diminuíram em 17 mil e 809 votos.

É uma brutal diminuição. Esses brasileiros, que formaram o contingente da abstenção + voto em branco + voto nulo, ao contrário das teses (??) petistas e tucanas sobre o assunto, não foram afetados por nenhuma alergia à política.

Pelo contrário, eles estão enojados com a política dominante – não com qualquer política - e não conseguiram perceber, entre os partidos e candidatos, quem os representasse. São votos, aliás, tão válidos (mesmo a abstenção) quanto o que é chamado, oficialmente, de “voto válido”.

Mas, reparemos, mais: O partido que mais perdeu votos para vereador foi o PT, com -5,7 milhões de votos (-48%); depois, o PMDB, com -1,2 milhão (-11%). O PSDB e o DEM, supostamente vozes da oposição, no conjunto do país, estagnaram: o aumento de sua votação nacional para vereador foi ínfima: +0,09% (PSDB) e +0,68% (DEM).

Em seguida, temos um contingente de partidos que aumentaram sua votação: o PPL (+43,51%), partido que, em termos proporcionais, mais aumentou sua votação para vereador, o PSOL (+16,40%), o PHS (+35,71%), o PTN (+26,46%) e alguns outros. Existem, também, aqueles que não existiam em 2012 (REDE, PEN, PROS, SD, PMB e NOVO) e que tiveram desempenho promissor.

Nitidamente, nós estamos diante de uma tendência, aliás, duas: alguns partidos estão em decadência e outros estão em ascensão. Não estamos discutindo aqui qual é a ideologia ou a política de cada um. O importante é verificar que alguns partidos avançam na representação de determinadas faixas do eleitorado (portanto, da população) e outros recuam e caem na preferência do eleitorado.

São exatamente os partidos em decadência (PT, PMDB, PSDB, DEM, principalmente) aqueles que querem estabelecer regras para restringir o crescimento – no limite, e de preferência, eliminar – os partidos que estão em ascensão. Esse é o sentido do que essa camarilha denomina, enganosamente, “reforma partidária”.

Querem estabelecer mais casuísmos – de um tipo que nem o hediondo Armando Falcão, ministro da Justiça (?) da ditadura, ousou em sua lastimável carreira – para impedir a sua queda, contra a vontade do povo, que quer vê-los pelas costas (ou na cadeia, no caso do pessoal mais indignado). A questão é que isso não costuma – e não vai - dar certo.

Mais fácil, se persistirem nesse intento, é serem derrotados pela raiva popular – ou uma parcela crescente do eleitorado buscar uma solução para o país, e para si próprio, fora de eleições viciadas, que levariam apenas à reiteração de um statu quo que já cansou, e exacerba o povo além da sua paciência e tolerância.

C.L.

Eleições 2016

PPL-CE destaca a eleição de três vereadores em Fortaleza

Fonte: Jornal Hora do Povo

O Partido Pátria Livre elegeu no último domingo (2), nas eleições municipais 2016, três vereadores em Fortaleza, capital do Ceará.

Os eleitos foram Esio Feitosa com 5.466 votos, Gardel Rolim com 5.107 votos, e Larissa Gaspar com 4.445 votos.

O presidente do PPL do Ceará, André Ramos agradeceu aos “mais 107 mil eleitores cearenses que votaram no Partido Pátria Livre em 36 cidades do estado nessas eleições municipais”. E parabenizou “os 9 vereadores eleitos em cinco cidades, em especial as vereadoras Larissa Gaspar em Fortaleza e Emiliana Luna em Umirim, que representaram a força e garra das mulheres do PPL. O destaque do Partido na capital Fortaleza em que obtivemos 75.379 votos, elegendo três novos vereadores e no Juazeiro do Norte com 13.033 votos elegendo dois vereadores na terra do Padim. E por último, agradecer, parabenizar e destacar o empenho de toda Direção Estadual para o crescimento do Partido nesse período”, destacou André Ramos.

CAPITAIS

Em Macapá, capital do Amapá, o PPL reelegeu André Lima para a Câmara Municipal, com 2.534 votos.

Quero agradecer pelo apoio imensurável de cada uma das pessoas que acreditou no nosso projeto e que reconheceu um #MandatoCidadão de lutas e conquistas para quem mais precisa. O trabalho, no entanto, não acabou. Ele está apenas começando”, disse André Lima.

O Partido Pátria Livre elegeu vereadores em cinco capitais. Em Manaus (AM), Dr. Ewerton Wanderley, em Palmas (TO), Ivory de Lira e em Maceió (AL), Francisco Sales. O PPL cresceu 8,2% em relação a última eleição municipal, em 2012, passando de 146.686 votos para 158.650 votos.

PPL declara apoio a Freixo

2º turno/eleições2016.

O vice-presidente do Partido Pátria Livre (PPL), ex-deputado Vivaldo Barbosa, anunciou na última quinta-feira, dia 6, junto com sua legenda, que apoiará a candidatura de Marcelo Freixo (PSOL) para prefeitura do Rio de Janeiro.

Quanto ao adversário, a coligação declarou que não compactua com a forma de governo, que pratica uma política neoliberal de arrocho em cima dos trabalhadores , e sufoca a economia brasileira. “As forças conservadoras estão avançando no Brasil. Em momentos de crise, há sempre o perigo de se descambar para o obscurantismo e o fundamentalismo atrasado e primitivo. A outra candidatura [do bispo Crivella], com as forças políticas que reúne, é o caminho para isto”.