Partido Patria Livre

Congressos

Para João Goulart Filho, a reforma urbana é urgente

O ex-deputado João Goulart Filho, pré-candidato a presidente pelo Partido Pátria Livre (PPL), responsabiliza o descaso do poder público e a falta de uma política habitacional dos governos – nas várias esferas – pelo incêndio e o desabamento de um prédio ocupado na região central de São Paulo na madrugada de terça-feira (01). Goulart destaca que “o país tem que retomar as reformas de base do governo Jango que foram interrompidas pelo golpe de 1964. Entre elas é urgente a reforma urbana”.<<Leia mais>>

Pré Cand. Presindente

O pré-candidato à Vice-Presidência da República pelo PPL Léo da Silva Alves e esposa Ana Cacia Freire, juntamente com juristas e amigos da capital Federal, Bahia e Amazonas, recepcionaram o pré-candidato à Presidência João Joao Vicente Goulart e esposa Verônica Fialho Goulart. Um encontro da cidadania com a esperança no Brasil melhor.

Sec. Estadual da Mulher PPL-RJ

Brizola Neto, Marcelo Monteiro e todas as pré-candidatas do PPL-RJ.



PPL CE

Reunião com os pré candidatos à deputados Federais

PPL RN

Mais uma vez o vereador do PPL de Mossoró-RN ganha o prêmio vereador destaque nacional 2016/2017/ e hoje mais uma vez en 2018 na marcha dos vereadores em Brasília. Escolinha de artes com jovens de Mossoró-RN


PPL RJ

O Partido Pátria Livre de Campos dos Goytacazes/RJ, comemorou o 1º de Maio com um grande encontro, na sede do tradicional Clube Goitacaz, no centro da cidade.

Mais de 150 lideranças locais, 4 pré-candidatos a Deputado Federal, 9 pré-candidatos a Deputados Estadual, representando os municípios de Campos, Macaé, Quissamã, Italva e Guapimirim e o pré-candidato ao Senado Marcelo Monteiro, vice-presidente nacional do PPL prestigiaram o evento. O Ato político, dirigido pelo presidente municipal Maicon Maciel, foi aberto pelo presidente estadual Irapuan Santos e contou com a presença de Carlos Lecio, presidente do PPL de Macaé, Dolores Lima, vice-presidente estadual do PPL, Ananias Rodrigues, presidente do PPL de Italva e do dirigente campista Maycon Prado. Após a palavra de vários pré-candidatos, o Ato foi encerrado por um vibrante discurso do pré-candidato Deputado Federal Dr. Walmir e entoação do Hino da Independência. Seguiu-se uma grande confraternização, quando foi servida uma suculenta feijoada. VIVA O 1º DE MAIO!

Eleições 2018

A PPL apresenta candidatura de João Goulart Filho a presidente da República

O Partido Pátria Livre (PPL), em reunião de sua Comissão Executiva Nacional, no dia 11 de março, decidiu o lançamento da candidatura de João Goulart Filho à Presidência da República.

Acreditamos que a candidatura de João Goulart Filho é a que melhor condensa a luta histórica do povo brasileiro, algo premente na situação atual de nosso país, exausto devido a uma política insana de destruição nacional, que conduziu ao desemprego de milhões de brasileiros; ao fechamento de milhares de empresas nacionais; ao malbaratamento dos bens públicos – e à corrupção absolutamente alucinada e sem peias, exposta vergonhosamente à Nação nos últimos anos.

Filho do presidente João Goulart, poeta, filósofo, escritor, fundador do Instituto João Goulart – dedicado à pesquisa histórica e à reflexão sobre o processo político brasileiro - e autor de “Jango e Eu: Memórias de um exílio sem volta”, indicado ao Prêmio Jabuti, casado com Verônica Fialho Goulart, pai de seis filhos, João Goulart Filho, por suas qualidades pessoais, pelo seu compromisso com o nosso povo e com a Nação, e por ser herdeiro de uma vigorosa tradição – aquela que construiu o Brasil moderno, colocando o país, durante 50 anos, nos trilhos do desenvolvimento – é o nome que simboliza o sentido da mudança que precisamos empreender: o da recuperação e da reconstrução do país, o caminho do desenvolvimento e da afirmação do Brasil como Nação.

É isso o que representa a sua candidatura, que surge em um momento de crise e dificuldades inauditas para o povo brasileiro.

Estamos diante de uma catástrofe, a que nos levou a atual política neoliberal conduzida pelas cúpulas do PT, PMDB e PSDB: miséria, desindustrialização, devastação dos serviços públicos, terrível insegurança pública e o mais lastimável espetáculo de decadência moral de uma oligarquia política que tenta manter-se pelo abuso do poder econômico e através de uma legislação eleitoral ainda mais antidemocrática que aquela da ditadura.

Não serão aqueles que promoveram e ganharam, e não pouco, com a devastação do país e da democracia, que poderão mudar a situação do Brasil.

É este sentimento e esta necessidade de mudança que é a essência da candidatura de João Goulart Filho à Presidência da República.

Para acompanhar João Goulart Filho nesta caminhada, a direção do Partido Pátria Livre aprovou o nome do jurista Léo Alves, fundador do Movimento Cívico Nacional (MCN).

Léo Alves foi procurador federal e consultor do Congresso Nacional. Atualmente, é professor da Universidade Católica de Brasília, professor-visitante de escolas de Governo, Escolas de Magistratura, Escolas de Contas e Academias de Polícia em 21 Estados. Casado com Ana Cácia Freire da Silva Alves, é autor de 45 livros, conferencista com trabalhos na América do Sul, Europa e África.

COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL DO PARTIDO PÁTRIA LIVRE

PPL SP

Nós do Partido Pátria Livre estaremos caminhando junto com o Partido Socialista Brasileiro na eleição de Márcio França ao governo de São Paulo.

Em ato realizado no Hotel Jaraguá, na manhã da segunda-feira (05), o Partido Pátria Livre (PPL) de São Paulo anunciou oficialmente a aliança com o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e seu apoio à candidatura de Márcio França ao governo do Estado. O vice-governador, que assumirá o Palácio dos Bandeirantes em abril no lugar de Geraldo Alckmin, afirmou durante o encontro que está muito feliz com o apoio e em poder restabelecer a aliança PSB/PPL. “Esta aliança foi construída em 2014 durante a campanha de Eduardo Campos”, destacou. Ele lembrou que “o primeiro partido a dar o seu apoio à candidatura de Eduardo Campos foi o PPL”.

Evento aconteceu no Novotel Jaraguá. Foto: Ernesto Andrade – HP

O presidente estadual do  PPL, Miguel Manso, que presidiu a solenidade, destacou a importância da renovação do Palácio dos Bandeirantes e observou que a candidatura de Márcio França ao governo de São Paulo “representa essa mudança necessária para

garantir o desenvolvimento econômico e social do Estado”. Manso lembrou que Márcio França já foi vereador, prefeito, deputado federal e vice-governador e destacou o grande prestígio do socialista na cidade de São Vicente, na Baixada Santista, de onde França saiu muito prestigiado após deixar a prefeitura.

O salão do hotel ficou lotado com diversas lideranças que foram prestigiar a solenidade de apoio do PPL ao projeto liderado por Márcio França. O ex-deputado constituinte, Uldurico Pinto, da executiva nacional do PPL, que foi colega de França na Câmara, veio da Bahia, onde reside, para saudar a aliança de seu partido com o ex-governador. O ex-deputado lembrou que Márcio França foi um grande líder na Câmara dos Deputados. “Um líder forte e humilde que conduziu muito bem os trabalhos legislativos”, lembrou. “Temos certeza que Márcio vai vencer a eleição para o governo”, disse o ex-deputado.

Foto: Ernesto Andrade – HP

O deputado Carlos Cezar, líder do PSB na Assembléia Legislativa de São Paulo, saudou a aliança com o PPL e disse que ela é muito importante para quem quer o bem comum de São Paulo. “Essa aliança agora é uma demonstração de confiança” porque, segundo ele, “aliança se faz nos momentos de paz, mas elas são provadas mesmo é na guerra”. “E nós vamos para a guerra e vamos juntos vencer essa batalha no dia 7 de outubro”, observou o parlamentar.

O jornalista Carlos Lopes, vice-presidente nacional do PPL, saudou a aliança com Márcio França e destacou a grande importância para São Paulo da sua candidatura ao governo. “Tive a oportunidade de conviver com o ex-governador Miguel Arraes depois de suas volta do exílio. Nós sabemos da grande liderança que ele exerceu, não só em Pernambuco, mas em todo o Brasil. A ligação profunda com o povo é a principal marca que ele deixou no PSB. Essa marca significará uma diferença importante para o novo governo de São Paulo”, afirmou Lopes.

Dezenas de lideranças políticas e parlamentares compareceram ao ato que selou a aliança PPL/PSB, entre elas, o vereador Eliseu Gabriel (PSB), o professor Ildo Sauer, vice-diretor do Instituto de Energia da USP e ex-diretor da Petrobrás, a ex-vereadora Lídia Correa (PPL), Ubiraci Dantas de Oliveira, presidente da CGTB, Gláucia Morelli, presidente da Federação das Mulheres do Brasil, Márcia Campos, ex-presidente da Federação Democrática Internacional de Mulheres, Eliane Souza, presidente da Federação das Mulheres de São Paulo, Juliana Oliveira, presidente da União de Moradores de Paraisópolis, Iso Sendacz, presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Alfredo Oliveira, presidente do Congresso Nacional Afro-brasileiro (CNAB), Dr. Jorge Venâncio, membro do Conselho Nacional de Saúde, Fabiano Pavio, professor de Capoeira, representantes da comunidade árabe, entre eles Eduardo Elias, presidente da Federação das Entidades Árabes de SP, Bill Jomaa, do Centro de Convivência Cristão Islâmico, da Federação Paulista de Boxe, entre outros.

S. C.

 

Assista na íntegra ao evento

Conheça as regras das eleições de 2018.

Data da eleição

O pleito será realizado no dia 7 de outubro de 2018. Nos casos de 2º turno, será realizado no dia 28 do mesmo mês.

Tempo de campanha

A duração da campanha eleitoral será de 45 dias.

Período de propaganda eleitoral no rádio e na TV

O período de propaganda em cadeia de rádio e televisão será de 35 dias.

Horário eleitoral no segundo turno

As emissoras de rádio e televisão têm que veicular dois blocos diários de 10 minutos para cada eleição.

Propaganda ‘cinematográfica’

Nas propagandas eleitorais, não poderão ser usados efeitos especiais, montagens, trucagens, computação gráfica, edições e desenhos animados.

Veículo com jingles

Fica proibido o uso de qualquer tipo de veículo, inclusive carroça e bicicleta, no dia das eleições.

Cabos eleitorais

Podem ser contratados como cabos eleitorais um número limite de trabalhadores de até 1% do eleitorado por candidato nos municípios de até 30 mil eleitores. Nos demais, é permitido um cabo eleitoral a mais para cada grupo de mil eleitores que exceder os 30 mil.

Propaganda em carros

Só com adesivos comuns de até 50 cm x 40 cm ou microperfurados no tamanho máximo do para-brisa traseiro. “Envelopamentos” estão proibidos.

Propaganda em vias públicas

Permitidas bandeiras e mesas para distribuição de material, desde que não atrapalhem o trânsito e os pedestres. Bonecos e outdoors eletrônicos estão vetados.

Carro de som

Os carros de som e minitrios só poderão ser usados em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões ou comícios, observado o limite de 80 decibéis, medido a 7 metros de distância do veículo.

Horários de comícios

Comícios de encerramento de campanhas podem ir até as 2h da madrugada. Nos demais dias, das 8h à meia-noite. Nas eleições anteriores, os comícios de encerramento de campanha também deviam acabar à meia-noite.

Adesivos em carros

Serão permitidas, mas só com adesivos comuns de até 50 cm x 40 cm ou microperfurados no tamanho máximo do para-brisa traseiro. “Envelopamentos” estão proibidos.

Participação nas eleições

O partido terá que estar com seu estatuto registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até seis meses antes do pleito.

Domicílio eleitoral

O candidato deverá informar o domicílio eleitoral pelo menos seis meses antes das eleições.

Multas eleitorais

As multas podem ser parceladas em até 60 meses, mas desde que a parcela não ultrapasse 5% da renda mensal no caso de pessoa física ou 2% do faturamento de pessoa jurídica. Se passar, o prazo poderá ser ampliado.

Os partidos políticos também poderão parcelar multas eleitorais por 60 meses, mas o valor da parcela não pode passar do limite de 2% do repasse mensal do Fundo Partidário. Nos 90 dias após a publicação da lei, qualquer devedor terá direito a 90% de desconto sobre o valor se pagar à vista.

Cláusula de barreira

Haverá uma cláusula de desempenho nas urnas para a legenda ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. As regras começam a valer em 2018 e ficarão mais rigorosas gradativamente até 2030.

Candidatura avulsa

Fica vedado o registro de candidatura avulsa, ainda que a pessoa tenha filiação partidária. A questão, porém está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF).

Arrecadação prévia

Os candidatos poderão começar no 15 de maio do ano eleitoral a fazer a arrecadação prévia de recursos por meio de financiamento coletivo (“vaquinhas”) na internet. A liberação dos recursos, porém, fica condicionada ao registro da candidatura. A arrecadação prévia não irá configurar propaganda antecipada.

Limite para doações

Pessoas físicas podem fazer doações até o limite de 10% dos seus rendimentos brutos no ano anterior à eleição.

Recibo para doador na ‘vaquinha’ online

Será obrigatória a emissão de recibo para o doador relativo a cada doação feita em site de financiamento coletivo, conhecido como “vaquinha”.

Participação em debate

As emissoras de rádio ou televisão que fizerem debates entre candidatos serão obrigadas a convidar os candidatos dos partidos com mais de cinco deputados na Câmara.

Propaganda na internet

Partidos e candidatos poderão contratar o impulsionamento de conteúdos (uso de ferramentas, gratuitas ou não, para ter maior alcance nas redes sociais). Está proibido o impulsionamento feito por pessoa física.

Gastos nas campanhas

  • Presidente da República: haverá um teto de R$ 70 milhões em gastos na campanha (se houver segundo turno, o limite será de R$ 35 milhões);
  • Governador: o teto será definido de acordo com o número de eleitores de cada unidade da federação apurado no dia 31 de maio, e poderá variar de R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões;
  • Senador: o teto será definido de acordo com o número de eleitores de cada unidade da federação apurado no dia 31 de maio, e poderá variar de R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões
  • Deputados federais: haverá um teto de R$ 2,5 milhões;
  • Deputados estaduais: o teto será de R$ 1 milhão.

Propaganda do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem que realizar campanha em todo ano eleitoral destinada a incentivar a participação feminina. A campanha também terá que incentivar a participação eleitoral dos jovens e da comunidade negra.

Substituição de candidatos

Fica limitada a substituição de candidatos. O pedido de troca deve ser apresentado até 20 dias antes do pleito (excetuado caso de morte). A foto do candidato será substituída na urna eletrônica.

 

O ato da COBAP teve a presença de milhares de aposentados de Federações, Associações e Uniões de aposentados filiados a entidade nacional e de João Vicente Goulart, filho de Jango Goulart e pré-candidato a presidente pelo PPL

Ato Nacional dos Aposentados fo realizado nesse 28 de janeiro na Basílica Nossa Senhora de Aparecida, promovido pela COBAP,- Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas, presidida pelo guerreiro Warley Martins Gonçalles.

O ato da COBAP teve a presença de milhares de aposentados de Federações, Associações e Uniões de aposentados filiados a entidade nacional e de João Vicente Goulart, filho de Jango Goulart e pré-candidato a presidente pelo PPL. 

Durante o evento, as entidades da COBAP, FAPESP, CAAPSES, FAAPERJ e FAP/MG, e demais federações e associações de base divulgaram a “CARTA DE APARECIDA 2018” dirigida AO POVO BRASILEIRO, desmontando as mentiras sobre o “rombo” na Previdência. A Carta de Aparecida afirma: "A Previdência não tem culpa a respeito da atual situação, pelo contrário, é uma parte da solução dos problemas do Brasil, pois é a maior repassadora de renda do país. A PREVIDÊNCIA SOCIAL É DO POVO!"

João Vicente saudou a homenagem a todos os aposentados e se somou de forma veemente e combativa à luta da COBAP contra a Reforma da Previdência. João Vicente apresentou sua bandeira nacional desenvolvimentista para um Brasil Soberano para todos os Brasileiros. Bastante aplaudido João Vicente denunciou as eleições mais antidemocrática no país, patrocinada por uma aliança espúria dos grandes partidos no país.

 

Léo Da Silva Alves

Tive a honra de receber a condecoração representativa dos 33 tribunais de contas estaduais e municipais do país - deferência entregue pelo conselheiro Sebastião Helvecio, presidente do Instituto Rui Barbosa, que congrega todas as instituições de controle de contas do Brasil. A distinção confirma a ênfase do meu trabalho no respeito aos recursos públicos.

Dr. Léo da Silva Alves, jurista renomado, embaixador para a causa da Democracia na Europa e Sudamerica, título que recebeu na Itália, futuro candidato à Presidência da República Federativa do Brasil, apoiado pelo MCN, discursou em favor da Democracia, ressaltando a importância do cumprimento dos princípios norteadores constitucionais e o que determina a ONU nesse sentido. Em seu discurso, ressaltou, ainda, o mal que a corrupção vem causando ao Brasil e à nossa gente. Nesse evento, a voz de cada cidadão brasileiro se fez ouvir. Pois a imprensa internacional se fez presente. Juristas do Brasil, Itália, Portugal e Espanha e autoridades dos poderes, legislativo, executivo e judiciário dos referidos países, também presentes, testemunharam do quão necessário é a comunhão de todos os povos, em favor do bem comum e da paz social. Esse encontro serviu como um novo marco na luta em busca de soluções para as mazelas que o Brasil vem enfrentando. Os problemas que afrontam a dignidade humana, causados pela corrupção e a imoralidade não são exclusivos do Brasil. Países considerados de 'primeiro mundo' travam as mesmas batalhas que o Brasil vem enfrentando há décadas. A corrupção tem sido um mal devastador em todas as nações.

Diante dessa realidade, concluimos que só a união, atrelada à boa vontade de cada cidadão de bem, será capaz de fazer surgir novos caminhos em busca de soluções para os problemas de ordem política, econômica e social que tem massacrado o nosso povo. Daí termos a plena convicção de que só alcançaremos tal intento, se nos colocarmos na linha de frente, assumindo nosso papel no sistema político democrático, enquanto cidadãos/eleitores, escolhendo um estadista, alguém que conhece o país de ponta a ponta, que sabe overdadeiro significado de uma pátria livre e com experiência em administração pública. Não se trata de ser conhecido na esfera política. Não se trata de ser alguém com massa política. Se assim pensarmos, estaremos fadados ao fracasso. Pois os que são considerados "conhecidos do povo", do meio político são os mesmos que levaram o país ao cúmulo da vergonha nacional e internacional. Portanto, na condição de coordenadora do Movimento Cívico Nacional, digo, com veemência, assumindo o meu papel de cidadã brasileira, que temos em mãos, a oportunidade de escolha à Presidência da República, na pessoa do Dr. Léo da Silva Alves, estadista, jurista, um homem de vasta experiência em administração pública, que agrega valores éticos e morais, além de manter excelente relação internacional com diversas nações. Os únicos capazes de mudar o rumo da triste realidade na qual o Brasil e os brasileiros têm sido humilhados, somos nós, eleitores. E isso é possível por meio da nossa escolha, por meio do nosso Voto. É preciso agir com senso de responsabilidade. Uma escolha errada anulará todas as oportunidades de acerto. Gratidão a todos.

 

"Lula não está acima de ninguém e não recebeu de ninguém, muito menos do povo, licença para roubar"

Candidatura de Lula imposta na marra faria do Brasil país sem lei

Já não basta o PT ter capitaneado a aprovação da lei eleitoral mais continuista e antidemocrática do planeta, que inclusive concede a cada dois anos mais de R$ 1,5 bilhões de dinheiro público aos partidos envolvidos na Lava Jato, sob a cínica alegação de que com isso não precisarão mais recorrer à corrupção para financiar suas campanhas eleitorais.

Agora, esse mesmo PT quer impor a candidatura de Lula na marra, fazendo do Brasil um país sem lei.

Como nem eles acreditam que o ex-presidente já condenado a nove anos e meio possa ser absolvido na segunda instância (o TRF-4), o alvo é a Lei da Ficha Limpa, que impede o registro de candidatos condenados em segunda instância.

Anular a Lei da Ficha Limpa para permitir o registro da candidatura de um viciado em práticas de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e formação de quadrilha seria o colapso total do Estado Democrático de Direito.

Lula não está acima de ninguém e não recebeu de ninguém, muito menos do povo, licença para roubar. Portanto, antes de novos voos políticos, o que lhe caberia fazer é acertar as contas com a justiça.

Mas é exatamente isso que ele vem barrigando, com muita conversa fiada. Enquanto publicamente o santarrão se declara inocente de todas as acusações, mesmo as mais evidentes, à boca pequena ele diz que se não tivesse feito o que fez não teria obtido maioria no Congresso para aprovar os projetos de interesse popular.

É mais uma de suas falácias.

Ele sabe melhor do que ninguém que sua capacidade de obter parceiros privados para assaltar o Estado em escala cada vez mais ampla cresceu na razão inversa da defesa dos interesses nacionais e populares e na razão direta do apoio aos interesses do imperialismo e seus satélites no país – a saber,  a banda podre da burguesia brasileira.

Essa é a verdade, o resto é aquela fraseologia de esquerda na qual o PT se especializou para encobrir ações de direita.

SÉRGIO RUBENS

 

Manifesto de fusão do PPL e PPLE

AO POVO BRASILEIRO EM PARTICULAR AOS MILITANTES DO PARTIDO PÁTRIA LIVRE – PPL E DO PARTIDO POPULAR DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO – PPLE

As direções nacionais do Partido Pátria Livre – PPL, fundado em 2009 e com registro definitivo junto ao TSE desde 2011, e do Partido Popular da Liberdade de Expressão Afro-Brasileira– PPLE (pepelê), fundado em 2013 e em processo de registro junto à Justiça Eleitoral, decidiram fundir as duas legendas com o propósito “de dotar o País de um partido político capaz de possibilitar ao povo brasileiro desfrutar as imensas riquezas de nossa Pátria, de maneira equânime - e fazê-lo dono do Brasil”, e “com a missão de consolidar o sonho de tornar-se uma referência política que protagonize a luta pela construção de uma sociedade compromissada com a igualdade racial e a preservação da diversidade étnico-cultural da sociedade brasileira”, como proclamam, respectivamente, seus programas fundadores.

     Em MANIFESTO À NAÇÃO, em 2016, o Partido Pátria Livre afirma que “se inspirará nas lutas sociais e patrióticas do povo brasileiro ao longo de sua história. Do grito doído e sofrido dos índios originários de nossa terra, ao sofrimento, resistência e lutas dos nossos irmãos que vieram da África em navios-negreiros e às lutas dos que vieram da Europa, predominantemente os portugueses, da Ásia e de todos os quadrantes do mundo e de todos os que deles se originaram, pelo domínio de seu território e de suas riquezas, pelo seu desenvolvimento pleno, com afirmação de sua soberania e independência e pela distribuição justa do território e da riqueza a toda a gente brasileira”.

Por sua vez, o Partido Popular da Liberdade de Expressão Afro-Brasileira afirma em seu programa ter como maior desafio “protagonizar a luta pela igualdade racial, defendendo a laicidade do Estado e as demandas dos segmentos socialmente excluídos, como índios e ciganos, e em especial, os negros, quilombolas e praticantes de religião de matriz africana” e “colocar a política a serviço do bem comum e garantir a nossa participação direta nas decisões públicas para propor ações, metas e prioridades, acompanhar e avaliar as atividades de implementação de políticas públicas que visem a reduzir as desigualdades entre grupos étnicos, ampliando o alcance das políticas de ações afirmativas e sintonizando-as com as demandas nacionais emergentes”.

Os programas fundadores de ambos os partidos se identificam na busca de uma sociedade justa e igualitária e plural. Ou seja: uma Pátria soberana e livre de todas as formas de intolerância. Por esta razão, o Diretório Nacional do PPL e a Executiva Nacional do PPLE (pepelê) decidiram unir forças na luta incessante na defesa dos direitos constitucionais do povo brasileiro, em especial, dos direitos trabalhistas, previdenciários e da liberdade de expressão Afro-Brasileira.

Além dessas identificações, o PPL e o PPLE (pepelê) se posicionam contra um governo golpista e sob fortes denúncias de corrupção, que está dilapidando o patrimônio público com venda de setores estratégicos e essenciais ao País, que age sob inspiração da baixa política na busca de manter o poder a qualquer custo.

Em razão dessa unidade ideológica e tendo em vista os prazos estabelecidos pela legislação eleitoral para as eleições de 2018 as duas agremiações partidárias conclamam   os militantes a proceder a imediata fusão das duas legendas. Para tanto torna-se imprescindível a filiação dos companheiros do PPLE (pepelê) – Parido Popular de Liberdade de Expressão Afro-Brasileira ao Partido Pátria Livre – PPL.

O acordo entre as agremiações, além da filiação, passa pela integração e/ou participação dos filiados nas direções estaduais e municipais, como já ocorre na Executiva e no Diretório Nacional do Partido Pátria Livre.

                                     Rio de Janeiro e São Paulo, em 28 de agosto de 2017.

06 Julho 2017

Lançamento do livro "Os crimes do cartel do bilhão contra o Brasil", de Carlos Lopes, no Sindicato Estadual dos Jornalistas do Estado de São Paulo

O Lançamento do livro aconteceu no Sindicato Estadual dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Carlos Lopes apresentou sua obra e também realizou uma palestra sobre o tema "Monopólio, Sobrepreços e Corrupção. Confira as fotos do evento."


(…) monopólios privados são, necessariamente, empresas financeiras. Por sua própria natureza – se assim podemos nos expressar – eles acabam, sempre, funcionando como bancos que submetem empresas produtivas. Não é preciso dizer o que isso significa para um país que precisa crescer como o Brasil, e está freado pela especulação financeira. Sem crescimento, é cinismo falar em "promoção social", ou lá o que seja de "social".

Pois o monopólio privado é, por definição, antissocial. Portanto, a Lava Jato e a débàcle de alguns recém-aparecidos dinossauros monopolistas são novas muito positivas para a nação e o povo brasileiro.

Trecho do prefácio do livro "Os crimes do cartel do bilhão contra o Brasil"

De Carlos Lopes

Adquira o Livro: "Os crimes do cartel do bilhão contra o Brasil - O esquema que assaltou a Petrobrás"

Artigo publicado no jornal Guarulhos Hoje. 5 de julho de 2017.

O desafio dos partidos, José Pereira dos Santos - Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região.

José Pereira dos Santos Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região e secretário nacional de Formação Sindical da Força Sindical

Os partidos vivem uma fase difícil, aqui e em quase todo o mundo. Na verdade, os partidos vivem um momento de transição entre o sistema atual corroído e uma nova forma política, que todo mundo apoia, mas ninguém sabe direito como deve ser.

De todo modo, a crise no sistema partidário nos impõe desafios. Penso que nossa primeira tarefa é evitar criminalizar a política. Ao contrário. Temos de mostrar que a crise atual decorre em muito do enfraquecimento da política, do descrédito partidário e da falta de renovação das lideranças.

Outro problema grave dos partidos é a ausência de programas. Sem um programa que guie as direções e oriente as bases, o partido vira um ajuntamento e um arranjo para fins meramente eleitorais. Ou seja, vira balcão de negócios.

Mas não basta apenas um programa do partido. As organizações políticas precisam demonstrar compromisso com a coletividade e o futuro do País. Portanto, têm o dever de construir um projeto nacional e discutir com a sociedade as formas de colocar em prática as diretrizes partidárias e programáticas.

Digo tudo isso porque, no último sábado (1º), eu e um grupo de trabalhistas nos filiamos ao PPL - Partido Pátria Livre. Fizemos essa opção por entender que a agremiação tem clareza sobre o papel histórico do trabalhismo e a importância de se colocar no centro da estratégia política a defesa do interesse nacional.

Ao lado de João Vicente Goulart, dona Maria Teresa Goulart, Vivaldo Barbosa e outras importantes figuras nacionalistas, reafirmei meu compromisso com um projeto de desenvolvimento nacional, a nossa soberania e a justa distribuição de renda. Sob inspiração do presidente Jango, reafirmamos ali o compromisso de resgatar as reformas de base, derrotadas em 1964 por um golpe de Estado do grande capital.

Desde menino, sempre gostei da política. Ainda na clandestinidade, militei no Partido Comunista Brasileiro, o Partidão. O último partido ao qual me liguei foi o PDT, fundado pelo saudoso Leonel Brizola. Ao longo de minha vida, sempre procurei atuar em partidos progressistas, comprometidos com as liberdades democráticas e a justiça social.

Agora, no PPL, espero debater política, estimular a participação político-partidária e valorizar os princípios democráticos. Mas espero, acima de tudo, ajudar a construir projetos úteis aos trabalhadores e voltados ao interesse maior da Nação brasileira.

José Pereira dos Santos
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
e secretário nacional de Formação Sindical da Força Sindical
E-mail: pereira@metalurgico.org.br
Facebook: www.facebook.com/PereiraMetalurgico
Blog: www.pereirametalurgico.blogspot.com.br

 

01 Junho 2017

Ato de filiação de João Vicente Goulart ao PPL realizado na Assembleia Legislativa de SP

Ato de filiação de João Vicente Goulart ao PPL , na Assembleia Legislativa de SP

Com a presença de Dona Maria Thereza, o evento aconteceu no dia 1º de Julho, sábado, 10h

O escritor e filósofo João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, deposto pelo golpe de 1964, vai se filiar ao Partido Pátria Livre (PPL) em cerimônia no dia 1º de julho (sábado), na capital paulista. O evento será no Auditório Franco Montoro, da Assembleia Legislativa de São Paulo, às 10 horas.

Em artigo no site do Instituto Presidente João Goulart, instituição que criou com o objetivo de estimular a pesquisa histórica e reflexão sobre o processo político brasileiro, João Vicente diz ter escolhido sua nova sigla, "como um instrumento de luta de transformação nacionalista para o Brasil, nesta nova etapa de minha vida, pelo seu programa e pelo seu exemplo de luta na resistência à ditadura".

"O Partido Pátria Livre é um instrumento de luta, formador e valorizador dos quadros nacionalistas, trabalhistas, socialistas e humanitários", destacou. Ele explica que seu ingresso no partido é "a oportunidade de restabelecer com dignidade a luta nacionalista por um Brasil mais brasileiro, menos espoliativo e com melhor distribuição de riquezas".

"Somos um partido que ainda não temos deputados ou senadores no Congresso Nacional, somos um partido sem compromisso com a velha política, queremos uma transformação de nossa sociedade com reformas estruturais na economia, nos meios de produção, nas relações midiáticas, no controle de capital estrangeiro, na nacionalização de nossas riquezas estratégicas, do nosso subsolo, da Amazônia e da Amazônia azul", enfatizou.

João Vicente avalia que a retomada da soberania ocorrerá através da participação efetiva do povo, via democracia participativa, com os sindicatos nas relações entre capital e trabalho, com conselhos governamentais de políticas públicas, com a atuação dos movimentos sociais na participação democrática de produção e gestão dos recursos públicos, com a transparência que exige o patrimônio público, com o respeito à autoridade que emana do povo.

"Não acredito que o mercado dará chance a uma educação pública e gratuita para todas as crianças e jovens brasileiras, mediante a privatização da educação básica. Não acredito que a saúde publica possa ser por seguros médicos privados populares e ou por administrações de OS’s, que nada mais são que terceirizações da administração com recursos públicos. Não acredito que o desenvolvimento da ciência e tecnologia ficará em mãos da Nação, enquanto o lucro prioriza nossa indústria química e farmacêutica com patentes estrangeiras extraídas de nossa biodiversidade", assinalou.

"Tenho hoje, meus amigos, a certeza que ainda me restam anos de luta pela democracia, pela justiça social e pelos direitos humanos do povo brasileiro, tendo forças ainda para contribuir com esta transformação revolucionaria que esperamos acontecer desde o governo Jango, através das Reformas de Base", completou. O ato de filiação terá a presença da viúva de Jango, Maria Thereza Goulart, mãe do escritor.

Nota por *João Vicente Goulart

A LUTA PELO BRASIL EM UM NOVO PARTIDO

*João Vicente Goulart - Escritor-poeta-brasileiro

Obrigado a todos os que manifestaram apoio a esta minha nova caminhada.

Todos sabem que depois de muitos anos de militância no PDT, não foi mais possível minha permanência naquele que outrora fora meu partido, e do qual sou fundador, dado a aliança espúria que continua a manter com o verdugo da história de meu pai, o Presidente Jango, o governo Rollemberg que cassou o terreno do Memorial da Democracia e Liberdade, obra última de Niemeyer para homenagear nossa Constituição golpeada em 1964.

Enquanto a Nação devolve o diploma de presidente da Republica, cassado pelo ditadura, enquanto a Nação presta as honras de chefe de Estado que Jango não teve na sua morte no exílio, enquanto o Congresso Nacional anula a cessão que declarava vaga a presidência da República em 1964, o governo de Brasília cassa Jango pela segunda vez, ao cassar o terreno que homenagearia o povo brasileiro e sua democracia, com o nome do Presidente João Goulart; tendo lamentavelmente, os trabalhistas do PDT, que continuam mantendo a aliança com os traidores da história de meu pai, um homem dos trabalhadores brasileiros.

O Partido Pátria Livre está nos dando a oportunidade de restabelecer com dignidade a luta nacionalista por um Brasil mais brasileiro, menos espoliativo e com melhor distribuição de riquezas. Somos um partido que ainda não temos deputados ou senadores no Congresso Nacional, somos um partido sem compromisso com a velha política, queremos uma transformação de nossa sociedade com reformas estruturais na economia, nos meios de produção, nas relações midiáticas, no controle de capital estrangeiro, na nacionalização de nossas riquezas estratégicas, do subsolo, da Amazônia e da Amazônia azul.

Queremos a retomada de nossa soberania através da participação efetiva de nosso povo, via a democracia participativa, com os sindicatos nas relações entre capital e trabalho, com conselhos governamentais de políticas públicas nas ações do Estado, com a constante atuação dos movimentos sociais na participação democrática de produção e gestão dos recursos públicos, com a transparência que exige o patrimônio publico, com o respeito à autoridade que emana do povo.

Com a reforma política. Com a reforma agraria, paralisada há anos por ingerência dos latifundiários do setor primário. Da reforma bancaria, para melhor distribuição do crédito e principalmente pela regulamentação em grande escala do microcrédito. O crédito dos bancos oficiais pertencem ao desenvolvimento social.

Lutar pela reforma tributária no sentido reverso do que hoje temos como modelo, desindexando o percentual do imposto de renda sobre os assalariados e criando o imposto ao patrimônio, tributo mais do justo que seja pago pelas grandes corporações.

O Partido Pátria Livre é um instrumento de luta, formador e valorizador dos quadros nacionalistas, trabalhistas, socialistas e humanitários.

Tenho meus amigos, a certeza que ainda me restam anos de luta pela democracia, pela justiça social e pelos direitos humanos do povo brasileiro, e tenho forças ainda para contribuir com esta transformação revolucionaria que esperamos acontecer desde o governo Jango, através das "Reforma de Base".

Não acredito que com conceitos meritocráticos poderemos vencer as injustiças que pesam sobre as desigualdades de nosso povo. Não acredito que o mercado dará chance a uma educação pública e gratuita para todas as crianças e jovens brasileiras, mediante a privatização da educação básica. Não acredito que a saúde publica, possa ser dirigida por seguros médicos populares e ou por administrações de OS´s que nada mais são que terceirizações da administração com recursos públicos. Não acredito que o desenvolvimento da ciência e tecnologia, ficará em mãos da Nação enquanto o lucro prioriza nossa indústria química e farmacêutica com patentes estrangeiras extraídas de nossa biodiversidade.

Serenamente escolhi o programa do Partido Pátria Livre, como um instrumento de luta de transformação nacionalista para o Brasil, nesta nova etapa de minha vida, pelo seu programa e pelo exemplo de sua resistência à ditadura.

Vamos lá! Lutar e morrer pela Pátria não é pouca sorte para ninguém! 
Enquanto houver esperança haverá luta!

O caminho é a Pátria Livre!

*João Vicente Goulart
Escritor-poeta-brasileiro

 

 

São Paulo, 28 de Março de 2017

INTEGRAÇÃO HISTÓRICA: PPL E PAI

 

Em reunião histórica realizada na cidade de São Paulo no dia 28 de março de 2017, sediada à Rua 24 de Maio, no. 250 no bairro República, dirigentes do Partido Pátria Livre e do Partido das Pensionistas, Aposentados e Idosos do Brasil, decidiram celebrar a fusão das duas legendas com objetivo de fortalecer a luta social e nacional do povo brasileiros neste momento crítico de degradação moral e política e de destruição de conquistas e direitos da população, como a Previdência Social e a Legislação Trabalhista.

Em virtude do PPL já estar organizado política e legalmente, a fusão se dará mediante a filiação ao PPL dos dirigentes e militantes do PAI, lidados às federações e associações de aposentados do país afora.

Também foi deliberada a participação das lideranças do movimento de aposentados nos diretórios municipais, estaduais e a nível nacional.

Proclamam os dirigentes partidários que os princípios que orientarão a atuação do partido estão consubstanciados no Manifesto a Nação, aprovada em Congresso do Partido Pátria Livre e que os integrantes do PAI subscrevem, que expressam os ideais comuns em defesa dos direitos do povo brasileiro e dos valores e do patrimônio do país, na linha do nacionalismo, do trabalhismo e do socialismo.

Eleições 2016

Eleição: partidos decadentes contra partidos em ascensão

*Fonte Jornal Hora do Povo

PT, PMDB, PSDB e Dem tentam estabelecer casuísmos para conter crescimento do PHS, PPL, PSOL e outros partidos, de preferência eliminá-los. Chamam isso de “reforma política”. Se houver só eles, será mais fácil roubar e amealhar propinas

Aqui, nesta página, estão os resultados da última eleição para vereadores, ocorrida no último dia dois, para cada partido existente no país. Já publicáramos, em nossa edição de 5-6 de outubro, os resultados para prefeito.

Não há, para quem assiste TV, ouve rádio ou lê esses jornais e revistas que alguns ainda chamam de “grande imprensa” (cada vez menor, por sinal), conversa mais repetida nos últimos meses que a história de que o Brasil tem partidos demais, que é preciso uma “cláusula de barreira” que elimine a maioria dos partidos que hoje existem, porque assim não é possível governar nem ter eleições “racionais”, etc., etc.

Algo estranho, esdrúxulo e excêntrico, talvez esotérico: o país sofre com uma política econômica perversa desde o governo Dilma; há 12 milhões de desempregados (provavelmente mais, pois a tendência das atuais estatísticas é mascarar parte do desemprego); as empresas nacionais estão falindo ou fechando na ordem de dezenas de milhares; o Tesouro é sangrado por juros inteiramente loucos; só os bancos e alguns outros rentistas conseguem amealhar dinheiro; a indústria está acabando; mas, dizem esses gênios, o problema do Brasil é o número de partidos.

Países menores do que o Brasil têm uma florescência partidária - a França, com 35 partidos; a Inglaterra, com 20 partidos; a Itália, com 44 partidos; a Alemanha, com 17 partidos; e estamos contando apenas os partidos nacionais – sem que ninguém tenha por lá descoberto que isso atrapalha a nação.

Nós mesmos, no Brasil, tínhamos, antes de 1964, 22 partidos legalizados - e só a ditadura é que se incomodou com isso.

O interessante é que os principais paladinos dessa campanha contra a liberdade partidária no Brasil, são o PT, o PMDB e o PSDB – com a mídia e sua banda de barulhos.

O que há de interessante é que esses partidos são aqueles que ficaram indelevelmente marcados pelo roubo do dinheiro e da propriedade pública; são aqueles que infelicitaram e infelicitam o país com sua política antinacional, antipopular, antidemocrática.

São aqueles, enfim, que estão em plena decadência, como a tabela desta página demonstra. Ao que parece, a teoria (?) é a de que se houver apenas dois ou três partidos, quatro, talvez, será mais fácil aos monopólios financeiros, sobretudo aos externos (mas também às Odebrechts da vida), subornar para impor políticas contra o país, contra o povo, e, mais ainda do que hoje, arrancar o couro dos brasileiros.

A Lava Jato é a prova do que acabamos de afirmar. A outra é o fato do sr. Renan e do PT estarem tão empenhados nessa suposta “reforma partidária”, cujo objetivo é atacar a democracia, que já está bastante prejudicada com os ataques à Constituição de 88 acontecidos após 1990. Querem que o país seja menos democrático para (e por) submetê-lo aos seus corruptos desígnios.

Agora, vejamos a tabela desta página. As eleições para vereador são o principal indicador das tendências políticas – e, inclusive, das deformações impostas ao resultado pelos casuísmos da “reforma” eleitoral empreendida pela aliança Cunha/PMDB-PT-PSDB, assim como de algumas anteriores, que agora querem piorar, com a exclusão de partidos.

A reforma de Cunha/PT diminuiu o tempo de TV dos partidos menores e estabeleceu uma série de odiosas restrições à campanha eleitoral, cujo único objetivo é beneficiar os partidos e candidatos que têm mais dinheiro. São restrições que nem a ditadura estabeleceu.

Ao examinar os dados publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nosso principal problema foi pensar a forma de expô-los que mais refletisse a realidade, portanto, a verdade. Listas, frequentemente, são confeccionadas para esconder a realidade (ou a verdade), ao invés de revelá-la. Ao fim e ao cabo, um dos dados acabou por se impor e determinar a ordem em que apresentamos esses resultados: o total de votos válidos.

Em quatro anos, o total de votos válidos – a soma dos votos no partido (voto na legenda) com a soma dos votos em candidatos a vereador (votos nominais) - diminuiu, ao invés de aumentar.

Resumidamente, na eleição de 2012, houve 105 milhões, 932 mil e 358 votos válidos, ou seja, eleitores que sufragaram um candidato ou um partido. Na eleição de 2016, esse número reduziu-se a 105 milhões, 914 mil e 549 votos válidos, ou seja, houve uma redução de 17 mil e 809 votos. Alguns leitores poderão pensar que foi pouca coisa – ainda que em quatro anos. Mas não é verdade, pois o eleitorado (o conjunto de pessoas aptas a votar) aumentou de 138 milhões, 544 mil e 348 eleitores (2012) para 144 milhões, 88 mil e 912 eleitores (2016). Ou seja, enquanto o número de eleitores aumentou em mais 5.544.564 (cinco milhões, 544 mil e 564 eleitores), aqueles que votaram – em um candidato ou em um partido – diminuíram em 17 mil e 809 votos.

É uma brutal diminuição. Esses brasileiros, que formaram o contingente da abstenção + voto em branco + voto nulo, ao contrário das teses (??) petistas e tucanas sobre o assunto, não foram afetados por nenhuma alergia à política.

Pelo contrário, eles estão enojados com a política dominante – não com qualquer política - e não conseguiram perceber, entre os partidos e candidatos, quem os representasse. São votos, aliás, tão válidos (mesmo a abstenção) quanto o que é chamado, oficialmente, de “voto válido”.

Mas, reparemos, mais: O partido que mais perdeu votos para vereador foi o PT, com -5,7 milhões de votos (-48%); depois, o PMDB, com -1,2 milhão (-11%). O PSDB e o DEM, supostamente vozes da oposição, no conjunto do país, estagnaram: o aumento de sua votação nacional para vereador foi ínfima: +0,09% (PSDB) e +0,68% (DEM).

Em seguida, temos um contingente de partidos que aumentaram sua votação: o PPL (+43,51%), partido que, em termos proporcionais, mais aumentou sua votação para vereador, o PSOL (+16,40%), o PHS (+35,71%), o PTN (+26,46%) e alguns outros. Existem, também, aqueles que não existiam em 2012 (REDE, PEN, PROS, SD, PMB e NOVO) e que tiveram desempenho promissor.

Nitidamente, nós estamos diante de uma tendência, aliás, duas: alguns partidos estão em decadência e outros estão em ascensão. Não estamos discutindo aqui qual é a ideologia ou a política de cada um. O importante é verificar que alguns partidos avançam na representação de determinadas faixas do eleitorado (portanto, da população) e outros recuam e caem na preferência do eleitorado.

São exatamente os partidos em decadência (PT, PMDB, PSDB, DEM, principalmente) aqueles que querem estabelecer regras para restringir o crescimento – no limite, e de preferência, eliminar – os partidos que estão em ascensão. Esse é o sentido do que essa camarilha denomina, enganosamente, “reforma partidária”.

Querem estabelecer mais casuísmos – de um tipo que nem o hediondo Armando Falcão, ministro da Justiça (?) da ditadura, ousou em sua lastimável carreira – para impedir a sua queda, contra a vontade do povo, que quer vê-los pelas costas (ou na cadeia, no caso do pessoal mais indignado). A questão é que isso não costuma – e não vai - dar certo.

Mais fácil, se persistirem nesse intento, é serem derrotados pela raiva popular – ou uma parcela crescente do eleitorado buscar uma solução para o país, e para si próprio, fora de eleições viciadas, que levariam apenas à reiteração de um statu quo que já cansou, e exacerba o povo além da sua paciência e tolerância.

C.L.

Eleições 2016

PPL-CE destaca a eleição de três vereadores em Fortaleza

Fonte: Jornal Hora do Povo

O Partido Pátria Livre elegeu no último domingo (2), nas eleições municipais 2016, três vereadores em Fortaleza, capital do Ceará.

Os eleitos foram Esio Feitosa com 5.466 votos, Gardel Rolim com 5.107 votos, e Larissa Gaspar com 4.445 votos.

O presidente do PPL do Ceará, André Ramos agradeceu aos “mais 107 mil eleitores cearenses que votaram no Partido Pátria Livre em 36 cidades do estado nessas eleições municipais”. E parabenizou “os 9 vereadores eleitos em cinco cidades, em especial as vereadoras Larissa Gaspar em Fortaleza e Emiliana Luna em Umirim, que representaram a força e garra das mulheres do PPL. O destaque do Partido na capital Fortaleza em que obtivemos 75.379 votos, elegendo três novos vereadores e no Juazeiro do Norte com 13.033 votos elegendo dois vereadores na terra do Padim. E por último, agradecer, parabenizar e destacar o empenho de toda Direção Estadual para o crescimento do Partido nesse período”, destacou André Ramos.

CAPITAIS

Em Macapá, capital do Amapá, o PPL reelegeu André Lima para a Câmara Municipal, com 2.534 votos.

Quero agradecer pelo apoio imensurável de cada uma das pessoas que acreditou no nosso projeto e que reconheceu um #MandatoCidadão de lutas e conquistas para quem mais precisa. O trabalho, no entanto, não acabou. Ele está apenas começando”, disse André Lima.

O Partido Pátria Livre elegeu vereadores em cinco capitais. Em Manaus (AM), Dr. Ewerton Wanderley, em Palmas (TO), Ivory de Lira e em Maceió (AL), Francisco Sales. O PPL cresceu 8,2% em relação a última eleição municipal, em 2012, passando de 146.686 votos para 158.650 votos.

PPL declara apoio a Freixo

2º turno/eleições2016.

O vice-presidente do Partido Pátria Livre (PPL), ex-deputado Vivaldo Barbosa, anunciou na última quinta-feira, dia 6, junto com sua legenda, que apoiará a candidatura de Marcelo Freixo (PSOL) para prefeitura do Rio de Janeiro.

Quanto ao adversário, a coligação declarou que não compactua com a forma de governo, que pratica uma política neoliberal de arrocho em cima dos trabalhadores , e sufoca a economia brasileira. “As forças conservadoras estão avançando no Brasil. Em momentos de crise, há sempre o perigo de se descambar para o obscurantismo e o fundamentalismo atrasado e primitivo. A outra candidatura [do bispo Crivella], com as forças políticas que reúne, é o caminho para isto”.