Partido Patria Livre

Secretaria da Juventude

INFORME DO PRESIDENTE DO PPL DE SÃO PAULO

CAROS DIRIGENTES DO PPL DO ESTADO DE SÃO PAULO

Nesta primeira reunião do diretório do PPL estadual, encontramos uma situação política e econômica ainda mais deteriorada e degenerada do que tinhamos a tres meses atrás no nosso IV Congresso Estadual.

O povo brasileiro esta sofrendo o maior assalto da sua história.

A Política de Dilma e do PT jogou 2,8 milhões no desemprego em 2015. A PIOR DEMISSÃO EM UM ÚNICO ANO DAS ÚLTIMAS DÉCADAS. NO PERIODO DO FHC NO PIOR ANO FORAM UM MILHÃO de trabalhadores desempregados.

Dilma torrou 501 bi em juros e agora quer assaltar a Previdência e o FGTS

Nunca antes neste país o governo passou tanto dinheiro para os bancos

Política do juro alto fez lucro do Bradesco subir 14% em 2015 na comparação com o ano anterior

Mas para o Itau que teve um lucro de R$ 23 bi, o maior da sua história, seu presidente sorrindo lamenta: “todos perdem na recessão”, como assim todos perdem?

O Brasil não aguenta mais tanta hipocrisia.

Superando seus próprios recordes o lucro de R$ 23,35 bilhões do banco Itaú em 2015, que representou um avanço de 15,4% em relação a 2014 (R$ 20,24 bilhões), foi o maior lucro da história de um banco no Brasil.

Na semana passada o Japão reduziu a taxa de juros básica da sua economia para -2,5%, enquanto a Selic do Banco Central é de 14,25% a. a.

Nos últimos 6 anos o Itaú obteve por quatro vezes o título de maior lucro da história, 2010/ 11/ 13 e 2015. Seus lucros somados no período foram de R$ 100,8 bilhões, aproximadamente igual ao seu Patrimônio Líquido neste ano, cuja retorno de capital foi nada menos que 23,9%.

501 bilhões que Dilma deu aos bancos, foi a maior sangria em juros de toda a História do país, tanto em dinheiro quanto no que isso representa como parte da riqueza criada no país, no mesmo ano: esse mais de meio trilhão representa 8,46% do Produto Interno Bruto (PIB). 

Dilma reuniu o Conselhão da Recessão e anunciou que vai assaltar a previdência e o FGTS para continuar doando recursos públicos e dos trabalhadores, com juros astronômicos, para os banqueiros. No “conselhão”, Dilma insistiu na pilhagem à Previdência e ao FGTS – dinheiro dos trabalhadores - para manter e ampliar essa hemorragia.

O resultado é o acelerado agravamento da crise, da recessão e do desemprego

A Queda da produção industrial em 2015 é a maior da história.

De janeiro a dezembro, o setor de bens de capital (máquinas e equipamentos) caiu 25,5%; o de bens intermediários (insumos, matéria-prima etc.) menos 5,2%; o de bens de consumo duráveis (automóveis, eletrodomésticos etc.) recuou 18,7%; e o de bens de consumo semiduráveis e não duráveis (roupas, alimentos etc.) diminuiu 6,7%

CNI: faturamento da indústria desaba 8,8% no ano passado

O faturamento da indústria brasileira encerrou 2015 com a expressiva queda de 8,8% na comparação com os doze meses de 2014, apurou estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado segunda-feira (01).

“A indústria da transformação brasileira se deteriorou substancialmente em 2015. Os principais indicadores de atividade industrial apresentaram quedas em relação a 2014 e o indicador de faturamento real de dezembro é 13,6% menor do que o observado no mesmo mês do ano passado”, afirma a entidade.

O emprego na indústria sofreu um tombo de 6,1% no ano passado, consequência de 11 meses seguidos de queda. A massa salarial real também foi outro indicador preocupante, já que caiu 6,2% em 2015, também com relação ao mesmo período de 2014. Já as horas trabalhadas diminuíram, na comparação com o ano anterior, 10,3%.

A utilização da capacidade instalada no parque industrial brasileiro, que há um ano estava em 80,6%, bateu 77,5% em dezembro de 2015, o que representa uma ociosidade bastante elevada.

“A recessão é generalizada. Mas os dados do setor industrial têm ritmo de queda nas vendas, nas horas tralhadas, no faturamento e no emprego mais intensos do que em outros segmentos, e isso é preocupante porque é o que puxa toda a economia”, disse Flávio Castelo Branco, gerente de pesquisa da CNI. 

O IEDI apontou e denuncio a “engrenagem perversa: elevação dos juros, intenso corte no investimento público, abrupta elevação das tarifas públicas, queda da massa real do salário, contração real do crédito”.

Taxa de desemprego aumenta de 4,8% para 6,8%, diz IBGE

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE realizada em seis regiões metropolitanas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre) registrou uma taxa de desocupação média de 6,8% em 2015 contra 4,8% em 2014. Esta elevação de 2,0 pontos percentuais foi a maior de toda a série anual da pesquisa.

“Voltamos assim a um patamar de desemprego muito próximo, um pouco superior até, daquele provocado pelo impacto da crise global (6,8% em dez/09). Regredimos em um ano o que tínhamos progredido em cinco”, avaliou o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).

No ano passado, a média anual da população desocupada foi estimada em 1,7 milhão, contingente 42,5% superior à média de 2014 (1,2 milhão de pessoas).

Após dez anos de ganhos anuais sucessivos, a média anual do rendimento real da população ocupada (R$ 2.265,09) registrou perda de 3,7% na comparação com 2014.

Aumento do desemprego causa queda de R$ 18,3 bi na arrecadação da Previdência urbana

No ABC 2,3 mil metalúrgicos serão afastados este mês.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC confirmou em São Bernardo do Campo, que 2.300 metalúrgicos serão afastados das fábricas na região através de layoff (suspensão de contrato temporário) a partir deste mês.

Generalizado pelas montadoras em todo o país, o layoff é a antessala das demissões. Estima-se que em todo país, são 33 mil trabalhadores incorporados à medida, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Segundo o sindicato, a Mercedes-Benz afastará 1.500 trabalhadores a partir de 17 de fevereiro até maio, quando a multinacional irá “avaliar” se manterá os trabalhadores no layoff. O salário dos afastados será mantido da mesma forma que os empregados que seguirão na ativa e estão no 

Programa de Proteção ao Emprego (PPE), com redução de 10% nos salários e de 20% na jornada mensal.

Na Volkswagen, 800 operários da produção ficarão em casa por um período superior a cinco meses, com o início previsto para 15 de fevereiro.

Além do ABC, outras regiões também já começaram 2016 com risco de perderem seus empregos. Em Gravataí, no Rio Grande do Sul, os trabalhadores do terceiro turno da General Motors (GM), em layoff desde o dia 1º de dezembro, não sabem se voltarão para o chão de fábrica da multinacional americana. Para o metalúrgico Anderson Mello Maia, de 25 anos, “a situação é agonizante”. O operador de produção começou a trabalhar aos 16 anos, passou por três empresas e jamais ficou mais do que os 30 dias de férias em casa. “Estou há seis anos na GM. Não sabemos o que vai acontecer e a gente sabe que a crise não vai se resolver este ano. É muito ruim, porque não fomos nós que fizemos essa crise acontecer”.

O fechamento de lojas do varejo brasileiro atingiu 95,4 mil estabelecimentos em 2015, informou a Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços (CNC) avaliando que o setor está “diante da maior crise registrada nos últimos 15 anos”.

Enquanto sobra dinheiro público para os bancos, Estados e municípios estão quebrados por conta da crise econômica e dos cortes em repasses federais para as prefeituras, que ficam sem ter como garantir o atendimento de saúde, transporte e educação. Esta faltando verba para comprar remédio e até merenda escolar.

Dilma derrubou a arrecadação e tentou interromper a renegociação da dívida de estados e municípios.

No apagar das luzes de 2015, a presidenta Dilma editou o Decreto nº 8.616, que regulamenta a modificação dos termos dos contratos de refinanciamento das dívidas que havia sido aprovada pela Lei Complementar 148, de 2014. Precisou o  STF suspender o decreto de 

Dilma que inviabiliza a renegociação de dívidas de estados e municípios.

Dilma entregou aos bancos R$ 501 bilhões em juros somente em 2015, causando uma das maiores recessões que nosso país já viveu, o que evidenciou ainda mais o caráter da política dilmista, estados e municípios sofrem com a redução cada vez maior dos repasses oriundos do governo federal e das suas arrecadações, fruto da crise imposta pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

Com uma recessão de 3,5%, a arrecadação dos estados e municípios por meio de impostos, como o ICMS, também diminuiu, dificultando e muito a situação dos entes da federação, que além de menos dinheiro em caixa, continuam pagando juros exorbitantes de suas dívidas com a União.

Além de prejudicar a arrecadação do ano passado, e já estar claro que em 2016 não vai ser diferente, o governo iniciou o ano cortando em mais de 20% os repasses dos Fundos de Participação dos Municípios e dos Estados (FPM e FPE) do mês de janeiro referente.

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), se somados os valores dos três decênios e do repasse extra do presente mês, nominalmente, o fundo atingiu o montante de R$ 7,098 bilhões frente aos R$ 8,131 bilhões mesmo período de 2015. Isso representa uma queda nominal de 12,71% e uma queda real ainda mais expressiva: 20,15%.

Serviços e vendas no varejo desabam em 2015 segundo o IBGE. Em 2015 as vendas no varejo e o setor de serviços bateram todos os recordes negativos.

Segundo o BC que age em beneficio dos bancos a atividade econômica caiu 4,08% em 2015.

A energia elétrica subiu 49,03% de janeiro a outubro de 2015.

Segundo o DIEESE, as cestas básicas aumentaram em todas as capitais. 

Maior índice chegou a 15,75% em um mês.

As maiores altas ocorreram em Goiânia (15,75%), Aracaju (14,71%), Palmas (14,24%) e Brasília (13,32%). O menor aumento foi registrado em Curitiba (1,71%). Em números concretos, o maior custo da cesta básica foi Brasília (R$ 451,76), seguida de São Paulo (R$ 448,31), Rio de Janeiro (R$ 448,06) e Vitória (438,42). Os valores médios mais baixos ficaram com Natal (R$ 329,20), Maceió (R$ 337,32) e Rio Branco (R$ 341,53).

Dentre os produtos pesquisados, todos apresentaram alta no mês de janeiro à exceção da manteiga (-0,84%), com destaque para o feijão, tomate, óleo de soja, açúcar, banana, carne e batata, coletada na região Centro-Sul.

Assim, em janeiro de 2016 “o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.795,24, ou 4,31 vezes o mínimo de R$ 880,00”.

Enquanto os trabalhadores vão vendo seus direitos sendo destruídos pela política do governo Dilma, as dívidas aumentando, as contas e a carestia crescendo e o prato de comida sumindo da mesa, na cozinha do Ex Presidente Lula foi preciso fazer reformas para aumentar as instalações...

No dia 13 de março de 2014 (data da nota fiscal), a OAS adquiriu, na Kitchens, utensílios no valor total de R$ 130.034,04 (centro e trinta mil, 34 reais e 4 centavos), incluindo:

uma cozinha planejada: R$ 28.284,14;

uma geladeira: R$ 9.740,00;

uma máquina de lavar louça: R$ 9.100,00;

um forno elétrico: R$ 10.180,00;

uma bancada: R$ 43.462,90.

No dia 12 de novembro de 2014 (também data da nota fiscal), a OAS, na mesma loja Kitchens, adquiriu uma cozinha planejada por R$ 78.800, incluindo:

uma geladeira: R$ 10 mil;

um micro-ondas: R$ 5 mil;

um tampo de pia de resina americana: R$ 50 mil;

um forno elétrico: R$ 9 mil.

A loja entregou esta segunda série de utensílios no triplex 164 da torre A do edifício Solaris, na Praia de Astúrias, em Guarujá – o apartamento que Lula diz que não é dele.

Ao todo, a OAS gastou, na mesma loja, R$ 312 mil com as duas cozinhas – a do sítio e a do triplex.

Com a mobília de quarto do triplex, também comprada pela OAS, esse gasto chegou a R$ 380 mil.

O Ex-presidente Lula enfiou o pé na jaca como diz o trabalhador. Relações promíscuas com as empreiteiras que assaltaram a Petrobrás viraram a cabeça dele.

Por que a OAS – e a Odebrecht – gastou tanto dinheiro na reforma e aparelhamento do sítio, frequentado por Lula a cada duas semanas, e no triplex de Guarujá? 

Lula pode dizer que o sítio e o triplex não eram ou não são seus - mas não era essa a opinião da OAS e da Odebrecht. Além das 111 vezes que usou o sítio, Lula, em 2014, visitou o triplex em companhia de Leo Pinheiro, presidente da OAS – hoje preso e condenado a 16 anos e quatro meses - e a desistência do imóvel foi no final do ano passado.

A OAS pagou 312 mil para aparelhar as cozinhas do sítio e do triplex do Lula

É muito dinheiro pra fazer só três refeições por dia, mesmo para um ex-presidente. Ainda mais nesta conjuntura de escandalos atras de escandalos, com dirigentes petistas na cadeia, com a recessão aumentando e o facão do desemprego levando milhões de trabalhadores e suas famílias ao abandono.

Lula vivia pedindo paciência para os trabalhadores em relação ao goveno Dilma, dizendo que a polética ia mudar, mas o fato é que PARA QUEM TINHA ILUSÕES NA POSSÍVEL MUDANÇA DA POLíTICA ECONôMICA COM A SAÍDA DE LEVY - Dilma mostrou que Levy era só o estagiário: AGORA É Assalto à Previdência, CPMF, penhora do FGTS, e privatizações. Dilma estufou o peito para dizer..."Em 2016, faremos o leilão de 26 terminais em portos públicos, seis dos quais já em março, além da conclusão da análise dos 41 pedidos de autorização de Terminais de Uso Privado já entregues pelos investidores", os estudos para 11 trechos de rodovias serão concluídos e realizaremos o leilão de seis desses trechos. 

Estão ainda previstos leilões de ferrovias: o trecho Anápolis – Estrela D´Oeste – Três Lagoas da Ferrovia Norte Sul; os trechos Palmas – Anápolis e Barcarena – Açailândia da Ferrovia Norte Sul", acrescentou a "rainha do martelinho", lembrando que "os leilões para concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Fortaleza também ocorrerão em 2016, ainda no primeiro semestre".

Após cometer o Crime de passar por cima da lei de exploração do Pré Sal leiloando o campo de Libra vale tudo para Dilma ficar mais um pouquinho no poder.

E quando a gente gostaria que ela tivesse limite a coisa descamba ainda mais e ameaça gravemente o futuro do Brasil. 

A Dilma virou cúmplice de Serra para roubar o pré-sal da Petrobrás

PT, PMDB e PSDB fazem conluio para dar às multinacionais o que é nosso.

Renan anunciou apoio do Planalto à entrega das jazidas de petróleo.

Depois de reunir-se com Dilma, Renan anunciou que ela “não tem objeções” ao projeto de Serra que escancara o Pré-sal para as multinacionais, eliminando a Petrobrás enquanto operadora única. Não houve qualquer desmentido do Planalto, nem alguém se espantou com o anúncio. A política de Dilma em relação à Petrobrás – do leilão de Libra à proteção ao roubo do cartel do bilhão, até o corte dos investimentos e à privatização de subsidiárias – nunca foi a de quem quer a Petrobrás como operadora única para que a propriedade do povo brasileiro sobre o seu petróleo seja garantida.

O Governo Dilma é, sem sombra de dúvida, impatriótico, socialmente insensível e moralmente degenerado.

É por isso que as pesquisas registram que 92% dos brasileiros afirmam que o país está “no rumo errado”.

Com um Congresso Nacional manietado por Dilma e Cunha as esperanças se voltam para o TSE que determinou que Dilma e Temer apresentassem suas defesas em processo pela cassação da chapa, que está mais que provado, usou dinheiro da lava jato para pagar a campanha eleitoral.

Mas nós não temos ilusão, sem a pressão das ruas, sem que o povo exija o fim desse governo que está arrebentando com o país e fazendo tudo que as elites querem para se perpetuar mais uns dias, não haverá mudanças.

Por isso reforçamos a convocação para que todos os filiados e organismos do partido mobilizem os sindicatos, entidades, e a população para estar presentes no ato convocado pelas centrais para o dia... de março. Vamos nos preparar e estar presentes com toda nossa força. 

Vamos continuar nas ruas com o jornal aumentar sua circulação e o alcance de suas denuncias, também pela internet.

Vamos convidar o povo a participar do PPL.

O PPL convoca o povo a participar da construção de um partido em que o filiado é o dono, é livre para se expressar e defender seus ideais, e isso passa por garantir o direito dos filiados, politizar ao máximo a campanha de novas filiações, visitar e regularizar a situação dos atuais filiados, chamá-los a ação, vamos garantir que os coletivos partidários funcionem regularmente, que todos tenham o direito a se informar e debater livremente as idéias nos organismos do partido, vamos formar os diretórios municipais e os Diretórios de base, com no máximo 30 filiados, por bairro, por fábrica, por escola. 

Marchando na mesma direção, em São Paulo o governo Alckimin apenas agrava ainda mais este perverso quadro político e social. Após ser derrotado pelos estudantes com uma participação destacada da UMES Alckimin retoma o discurso surrado de que é preciso fechar salas de aula e escola, e de que isso é uma tendencia natural. Fecharam dois milhões de vagas. E quando a crise força as famílias a sair da escola privada e retornar a pública seu objetivo é fechar mais escolas.

Pego com a boca na botija, depois do trensalão, agora são as propinas pagas para seus secretários e assessores, na fraude da merenda em S. Paulo. Propinas que iam de R$ 100 mil a R$ 1,3 milhão.

A Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo instalou uma força tarefa para apurar a participação de políticos do PSDB e PMDB no esquema de fraude e propina da merenda escolar em São Paulo.

Entre os implicados estão o ex-chefe de gabinete da casa civil do governador Geraldo Alckmin, Luiz Roberto dos Santos (conhecido como Moita), o presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo (Alesp), Fernando Capez, Duarte Nogueira Júnior, que é deputado, ex-secretário de Agricultura e atual secretário de Logística e Transportes. Além deles, os deputados federais Baleia Rossi (PMDB-SP) e Nelson Marquezelli (PTB-SP) também foram citados.

A promotoria suspeita que o dinheiro desviado era usado para o pagamento de dívidas de campanha eleitoral.

Após policiais terem encontrado indícios de que ao menos 22 prefeituras paulistas pagavam mais caro pela merenda servida em creches e escolas públicas, o ex-presidente da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), Cássio Chebabi, que fornecia parte dos alimentos, foi preso.

Em acordo de colaboração com a Justiça, Chebabi confirmou que pagava propina para conseguir os contratos, variando de 5% a 25% do valor das vendas. Segundo ele, uma comissão de 10% era paga a autoridades através de um intermediário chamado Marcel Ferreira Júlio, que está foragido. O valor da propina paga variava de R$ 100 mil a R$ 1,3 milhão.

O ex-chefe de gabinete da Casa Civil, exonerado após a denúncia, aparece em gravações obtidas através de escutas orientando a cooperativa a conseguir aumento em um contrato com a secretaria estadual de Educação.

O PPL exige a apuração e punição dos responsáveis pelo desmonte e assalto as verbas da Educação, a luta continua para garantir as vagas e salas menos superlotadas. 

Esse quadro exige que sigamos nossas articulações com os partidos que podem abrir um novo caminho diferente do que o Brasil e SP vivem sob hegemonia do PT, PMDB e PSDB.

Nesse sentido já iniciamos conversas com as demais forças que podem ajudar a colocar o povo na rua em apoio a justiça para que remova o governo eleito com dinheiro das propinas e convoquemos novas eleições o quanto antes para tirar o Brasil dessa profunda crise.

Em março nos dias 18 a 20 estaremos realizando nosso IV CONGRESSO NACIONAL. Vamos aproveitar a janela para convidar os deputados federais, prefeitos e vereadores para ajudar a construir o PPL e uma frente política que retire o Brasil desse funesto caminho.

DIRETÓRIO DO PPL DO ESTADO DE SP

20/JUN/2016

Nem Dilma Nem Temer